A lagoa do urbu fica no bairro Álvaro Weyne nas proximidades dos conjuntos habitacionais Floresta I e II em Fortaleza capital do estado do Ceará.
terça-feira, 1 de março de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Bloco de Pré-carnaval do Álvaro Weyne Faz Concurso de Fantasias com Crianças
Veja Como Esta a Disputa do Concurso da Melhor Fantasia Infatil Ainda tem Três Saidas do Bloco e Você Ainda Pode Participar Crie Sua Fantasia e Vem Com a Gente Neste Sábado e Concorra a Prêmios em Dinheiro.
Estas São as Três Fantasias que se Destacaram na primeira saída do Bloco Urubu Encantado Quém Sabe Nesta Próximo Sábado dia 12/02 Sua Fantasia Não Esteja Entre as Três Melhores, Vem e Participa Desta Alegria Com a Gente!


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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
TV Jangadeiro Fará Filmagem Neste Sábado na Lagoa do Urubu
A obra de urbanização da lagoa do urubu no bairro Álvaro Weyne conjunto habitacional Floresta I e II iniciou em maio de 2008 e deveria ser entregue a população em maio de 2009 ainda não tem previsão de conclusão da obra que atualmente esta parada ha quase um ano. A comunidade local por varias veses reclamou atraves da imprensa, mas até agora não recomeçou os trabalhos, as margens da lagoa o lixo toma conta o que prejudica os moradores local, a preocupação da população é que a obra nunca possa ser concluida. Mais uma vez neste sabado (25) a TV Jangadeiro irá até o local para conversar com a população e mostrar o abandono da obra na tentativa de sensibilizar as autoridades a concluirem a obra da lagoa do Urubu.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
MEIO AMBIENTE DESRESPEITADO
Atualmente o que mais se fala no mundo é ter um desenvolvimento sustentável, e dentro desta temática entra tambem um MEIO AMBIENTE SUSTENTÁVEL.
Atualmente os país riscos são cobrados pelos países em desenvolvimento o controle de seus poluentes que são lançados no MEIO AMBIENTE sem controle assim prejudicando os demais países.
E há um forte debate no mundo entorno do manuseio do LIXO, ou seja o LIXO é uma grande ameaça não só ao MEIO AMBIENTE mas tambem a nossa saúde. O governo federal recentimente aprovou uma lei de resíduos sólidos, que disiplina e regulamenta como deve ser tratado o LIXO daqui pra frente. Agora as tres esfera de governo tem responsabilidades acumprir.
Devemos cobrar dos governos a sua implementação na integra, mas nós cidadãos(ãs) tambem temos que cumprir a nossa parte no manuseio do LIXO para que tenhamos um MEIO AMBIENTE mais saudável.
O nosso bairro, está sendo agredido todos os dias por pessoas que não cumprem o dever de cuidar do nosso MEIO AMBIENTE. É flagrante o desrespeito a todos os moradores e principalmente os mais vulneráveis que são as nossas crianças. A prefeitura municipal de Fortaleza, tem coleta regular em nossa cidade e no bairro do Álvaro Weyne temos a coleta três vezes na semana ( terça, quinta e sábado ) é só ter uma planejamento básico.
Tambem é flagrante ver pessoas que colocam o LIXO logo após a passagem do carro da ecofor, e jogam nos canteiros centrais do bairro, deixando uma imagem feia nas principais ruas do bairro. Olha, tem de tudo, do lixo doméstico passando por materiais de construção civil e até sofás. Claro que se não fosse o trabalhos das caçambas passarem todos os dia nosso bairro estaria um aterro, ruim de morar tanto pela sujeira como pelo mal cheiro.
É importante colocar aqui neste espaço até como informe, combinado com o setor dos serviços urbanos da regional I é possível a caçamba passar e pegar material de contrução civil, já o lixo domisiliar é com a ecofor. Portanto vamos cuidar mais do nosso bairro, deixá-lo limpo, bonito de se ver.
fonte: www.umlaw.org.br
Materia de Elenilson Gomes
domingo, 28 de novembro de 2010
Confira Programação de Final de Ano da Área Pastoral do Álvaro Weyne
ÁREA PASTORAL DE ÁLVARO WEYNE
HORÁRIO DAS MISSAS
DIA 24.12.10 - MISSA
ÀS 20H – IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
DIA 25.12.10 – MISSA DE NATAL
ÀS 8H – IGREJA DE SÃO JOÃO BATISTA
ÀS 10H – IGREJA DE SÃO JOSÉ
ÀS 17H – IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO
ÀS 19H – IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
ATENÇÃO!!!
DIA 30.12.10
MOMENTO DE ENCERRAMENTO DO ANO COM TODAS AS COMUNIDADES:
IGREJA NOSSA SRA DE FÁTIMA – ÀS 17H EXPOSIÇÃO DO SANTISSIMO.
ÀS 19H – CELEBRAÇÃO PENITENCIAL E AGRADECIMENTO.
20H30 - CONFRATERNIZAÇÃO COM CULTURA
DIA 31.12.10 MISSA A NÍVEL DE ÁREA
ÀS 20H – IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
DIA 1.1.2011 MISSA
ÀS 17H – IGREJA NOSSA SRA.DE FÁTIMA
terça-feira, 5 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
População comemora aniversário de Fortaleza e pede implantação do Parque Rachel de Queiroz
Nesta quinta-feira, dia 15 de abril, a partir das 8 horas da manhã, na área verde do bairro Presidente Kennedy.
Nesta quinta-feira, dia 15 de abril, os moradores do Presidente Kennedy e região comemoram o aniversário de Fortaleza com um grande abraço a área verde do bairro, localizada na avenida Parcifal Barroso, próximo a av. Bezerra de Menezes e pedem a implantação imediata do Parque Rachel de Queiroz. Durante o evento, a secretária da Regional 3, Olinda Marques, apresentará o projeto de intervenção do trecho 6 do projeto e anuncia o início da criação do parque.
Estudantes, educadores, representantes de entidades populares e ambientalistas se juntarão com o objetivo de defender a criação do 1º parque da região oeste da cidade, um projeto que prevê a recuperação ambiental e criação de equipamentos culturais e esportivos no percurso dos riachos Alagadiço e Cachoeirinhas, compreendendo cerca de 12 km de extensão, do açude João Lopes (Monte Castelo) passando por vários bairros e terminando no rio Maranguapinho (Parque Genibaú). A criação do parque irá contribuir para que a nossa cidade, que completa 284 anos hoje, tenha seu índice de área verde aumentado, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que diz que deve ser 12m² por habitante. Atualmente, segundo o Inventário Ambiental de Fortaleza, são somente 3,4 m².
O projeto já foi elaborada e pago e pela Prefeitura há quase uma década mas circula nas gavetas da burocracia municipal e depende da vontade política dos dirigentes atuais. Enquanto isso, as últimas áreas verdes, lagoas e riachos da região sofrem ocupações, canalizações e são alvo da especulação imobiliária que querem estas áreas para construir condomínios e lojas comerciais.
A homenagem feita a Rachel de Queiroz reveste-se de maior significado no ano do centenário da escritora cearense que viveu com sua família no sítio Pici, no bairro Henrique Jorge – trecho nº 8, do projeto - a partir de 1927 e tendo escrito lá sua obra prima, “O Quinze”.
NO ANO DO CENTENÁRIO DE RACHEL DE QUEIROZ, A IMPLANTAÇÃO DO PARQUE É O MAIOR PRESENTE PARA A CIDADE!
Mais informações:
Movimento Pró-Parque Rachel de Queiroz
· Evânia Teixeira (8899.7589)
· Dilza Gomes (8735.9921)
Aguinaldo Aguiar
3478.0495 / 8623.9077
Aguinaldo Aguiar
3478.0495 / 8623.9077
quinta-feira, 11 de março de 2010
23 Famílias das Margens da Lagoa Já Receberam Seus Apartamentos.
Mas a obra continua parada e atrazada em mais de um ano é preciso acelerar pois ainda ném 20% da obra esta concluido.
Famílias do entorno da lagoa do Urubu recebem moradias hoje
11/03/2010 | ||
Até o final da tarde, 23 famílias serão beneficiadas com o projeto habitacional. A manhã de hoje (11) foi de contentamento para famílias da comunidade do entorno da lagoa Urubu, Álvaro Weyne, Regional I. A Fundação de Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) está entregando, até o fim da tarde, as primeiras 23 unidades habitacionais do conjunto Urubu. Com isso, ficará liberada área para o início da urbanização do entorno do manancial, que seguirá junto à finalização das obras de limpeza da lagoa, à construção das demais 65 moradias e às melhorias em 100 casas. “Vamos todos ajudando pra dona Simone receber sua casa mais rápido”, disse o menino José Morais, 13 anos, animado com a mudança na vida da primeira família que a Prefeitura estava levando para o habitacional. “Isso que eu tou vivendo hoje é um sonho que eu nunca esperava realizar. Vocês não fazem idéia da aflição que eu via meus filhos passarem aqui. Uma dia, acordei de madrugada, e lá estava um rato na rede da minha menina. Outro dia, uma cobra descendo pelas tábuas do barraco todo estragado. Na minha casinha vai ser tudo diferente agora”, contou dona Maria Simone Gomes, abraçada aos seis filhos pequenos. Ao final de todo o projeto, que é demanda do Orçamento Participativo (OP) e prevê também 300 ações de Regularização Fundiária e implantação de equipamentos comunitários, calçadões ao redor de toda a lagoa, playground, canteiros arborizados, quadra de futsal e campo de futebol, terão sido aplicados R$ 13 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mais contrapartida do município. "Esse projeto é uma ação de inclusão social. Pra falar a verdade, as pessoas do bairro e arredores nunca imaginaram que conseguiriam morar em um ambiente urbanizado e com toda preservação ambiental. Nossa lagoa já estava dada como perdida, quando a população teve sua solicitação atendida", assegura emocionada a professora e moradora do Álvaro Weyne, Marília Correia. Além de equipe da Habitafor, a remoção conta com a parceria da Defesa Civil, Guarda Municipal, Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) e capatazias das regionais I, II, III, V e VI. “Durante quase 50 anos, foram depositados na lagoa do Urubu resíduos sólidos, matéria orgânica, entulhos, o que anulou a função ecológica do recurso hídrico e, como diz os próprios moradores, a lagoa acabou por se transformar num local de marginalidade. Mas, garanto, com a recuperação que será realizada, ruas serão abertas, iluminação será instalada e essa situação melhorará”, afirma o presidente da Habitafor, Roberto Gomes. Serviço - Entrega das primeiras moradias do projeto de habitabilidade do Urubu Dia: Hoje (11) Horário: segue até 17h Local: Conjunto Habitacional Urubu Endereço: Rua Frei Odilon, s/n, Álvaro Weyne, Regional I Itinerário: Siga pela av. Leste Oeste, como quem vai do Centro para a Barra do Ceará. Chegando à av. Doutor Temberg, peguei-a à esquerda. Antes do trilho, entre à direita. Vá até a rua Teodomiro de Castro, entre nela à esquerda. Siga em frente e entre, à esquerda, na rua Frei Odilon. No finalzinho dela, fica o conjunto habitacional. Fonte: www.fortaleza.ce.gov.br |
segunda-feira, 1 de março de 2010
MCidades avaliou andamento de obras em Fortaleza
16/10/2008
"Foram anos de luta. E, agora, com a vitória alcançada, fica a sensação de que valeu a pena. É assim que a gente do (bairro) Álvaro Weyne se sente hoje quando vê as obras de recuperação e urbanização da lagoa do Urubu iniciadas pela Habitafor (Fundação de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza)", conta o presidente da União de Moradores de Luta do Álvaro Weyne Umlaw, Ivan Batista. As obras as quais ele se refere mais as dos projetos Vila do Mar, Maravilha e Papicu foram visitadas e monitoradas na tarde de ontem (15) por Comitiva do Ministério das Cidades e representantes da Prefeitura de Fortaleza.
"Todas essas ações executadas pela Habitafor recebem recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Já havíamos antes monitorado essas obras via análise de documentações e realização de videoconferências. Agora, estamos aqui para cumprir essa vistoria pessoalmente. E as obras da Habitafor estão todos em ritmo já antevisto", explicou a gerente de projetos do Departamento de Urbanização e Assentamentos Precários do Ministério das Cidades, Maria do Carmo Avesani.
Em Fortaleza, por meio da execução da Prefeitura, o PAC está beneficiando seis comunidades com projetos de moradia: Cocó, Maravilha, Urubu, Papicu, Campo Estrela/ São Cristóvão e Vila do Mar. A população compareceu às plenárias do Orçamento Participativo ? OP, solicitou o benefício e a Habitafor está efetivando os projetos. "Todas essas ações têm recurso do PAC investido, e contam com contrapartida do município. Elas prevêem urbanização das áreas, arborização, creches, centros de Saúde, espaços de convivência, quadras esportivas e ciclovias", explica a presidente da Habitafor, Olinda Marques.
"Todas essas ações executadas pela Habitafor recebem recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Já havíamos antes monitorado essas obras via análise de documentações e realização de videoconferências. Agora, estamos aqui para cumprir essa vistoria pessoalmente. E as obras da Habitafor estão todos em ritmo já antevisto", explicou a gerente de projetos do Departamento de Urbanização e Assentamentos Precários do Ministério das Cidades, Maria do Carmo Avesani.
Em Fortaleza, por meio da execução da Prefeitura, o PAC está beneficiando seis comunidades com projetos de moradia: Cocó, Maravilha, Urubu, Papicu, Campo Estrela/ São Cristóvão e Vila do Mar. A população compareceu às plenárias do Orçamento Participativo ? OP, solicitou o benefício e a Habitafor está efetivando os projetos. "Todas essas ações têm recurso do PAC investido, e contam com contrapartida do município. Elas prevêem urbanização das áreas, arborização, creches, centros de Saúde, espaços de convivência, quadras esportivas e ciclovias", explica a presidente da Habitafor, Olinda Marques.
Os projetos visitados ontem contam com cerca de R$ 140 milhões do PAC
O Projeto Vila do Mar beneficiará 1.434 famílias com novas moradias já em construção. No mais, do total de 8.000 ações de Regularização Fundiária, 5.000 já foram iniciadas e outras 4.000 famílias serão beneficiadas com melhorais habitacionais. A ação conta com interveniência da Caixa Econômica Federal, através de investimento do PAC na ordem de R$ 90 milhões. O prazo para o projeto ser finalizado é de dois anos.
Com orçamento previsto em R$ 13,2 milhões do PAC, a obra do Urubu beneficiará, no bairro Álvaro Weyne, 188 famílias com novas moradias, outras 248 com melhorias habitacionais, além das 300 ações de Regularização Fundiária. A conclusão do projeto está prevista em um ano.
O projeto Integrado da Maravilha, que está beneficiando ao todo 606 famílias, já entregou as primeiras 144 moradias e o Complexo Esportivo. Já tendo iniciado a recuperação do canal do Tauape, entregará papel da casa a toda a comunidade, além das próximas 197 casas. Outras 265 serão construídas em seguida. Na obra, o PAC investe R$ 19,9 milhões e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ? BNDES o referente a R$ 6 milhões.
Com o projeto da Lagoa do Papicu, 612 famílias serão beneficiadas, sendo 488 com novas moradias e 134 com melhorias habitacionais, além de 612 ações de regularização fundiária. O recurso estimado é de R$ 14 milhões e o prazo de execução é de um ano. A maior parte da verba é federal, oriunda do PAC. Após ação iniciada, a lagoa já consta de recuperação ambiental, sedimentos estão sendo removidos do fundo do manancial e o nivelamento do solo que vai abrigar o bosque está sendo efetivado.
Mais informações com a assessora de Comunicação da Habitafor, Caroliny Braga, através dos telefones 3488.3370 e 8766.0145.
Caroliny Braga
CE01963JP/ 8766. 0145
Assessora de Comunicação Habitafor
Estagiários
Manhã - Aurimar Monteiro/ 9144.3848
Tarde - Élida Pires/ 8780.7841
A Habitafor fica na rua Nogueira Acioli, 1.400, Centro, esquina com Héraclito Graça. Contato: 3488. 3370.
Fonte:ministerio das cidades
domingo, 28 de fevereiro de 2010
CAIXA E PREFEITURA DE FORTALEZA ASSINAM CONTRATO DO PAC
Recursos da ordem de R$ 219 milhões irão promover obras de saneamento e urbanização em seis favelas do município
O vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Borges, e a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, assinaram, na última sexta-feira (07), contratos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para obras de saneamento e urbanização em seis favelas do município, num investimento superior a R$ 219,1 milhões. A CAIXA irá repassar para as obras R$ 148.650.000,00, e a Prefeitura entrará com contrapartida de R$ 70.540.415,96.
O investimento vai permitir o reassentamento de famílias que vivem em áreas de risco nas comunidades Vila do Mar, Campo Estrela, São Cristóvão, Lagoa do Papicu, Lagoa do Urubu e Cocó, realizando intervenções de infra-estrutura urbana, como o oferecimento de água encanada, esgotamento sanitário e drenagem. O início das obras está previsto para o primeiro semestre de 2008.
Na solenidade também foi assinado contrato entre a CAIXA e a Prefeitura de Fortaleza, dentro do programa Crédito Solidário, para construção de 204 novas moradias, num investimento superior a R$ 5,3 milhões.
PAC NO CEARÁ - No mês de julho, o presidente Lula, em solenidade no Palácio de Iracema, sede do governo do Ceará, lançou o PAC no estado, com a previsão de investimento de R$ 979,8 milhões em obras de saneamento e urbanização de favelas, beneficiando 500 mil famílias dos municípios de Fortaleza, Caucaia, Maranguape, Maracanaú e Sobral.
Mais de R$ 786,3 milhões são provenientes de recursos federais, por meio de financiamentos federais e do Orçamento da Geral da União (OGU). O restante virá de contrapartidas, sendo 111,6 do estado e R$ 81,9 milhões dos municípios envolvidos.
Na ocasião o presidente Lula enfatizou a importância das obras do PAC para o Ceará e o Brasil. “O PAC é uma experiência extraordinária e inovadora. Nunca o Brasil viu tanto investimento em saneamento e urbanização de favelas. O Brasil nunca mais será o mesmo depois do PAC”, afirmou.
CRÉDITO SOLIDÁRIO
O Crédito Solidário é um programa de financiamento habitacional com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), criado em 2004, e gerido pelo Ministério das Cidades, com o objetivo de atender as necessidades habitacionais da população de baixa renda, de forma específica as famílias organizadas em associação com renda bruta mensal de até R$ 1.050,00.
Em Fortaleza já foram assinados contratos para a construção de quatro residenciais, com um total de 128 unidades e um investimento total de R$ 3,3 milhões.
Assessoria de Imprensa da CAIXA - Regionais Fortaleza e Norte e Sul
Fonte: Caixa economica federal
Série meu bairro na TV
26/11/09
No bairro visitado nesta quinta-feira (26), pelo CETV, o Floresta, há muita história para contar.
No local, onde vivem 32 mil pessoas, encontramos a dona-de-casa, Edicilia Rodrigues, bombeando água em frente de casa. O poço que a família dela construiu atende toda a comunidade. “Esse poço aqui ajuda toda comunidade. Muita gente não tem bomba”, explica Edicilia.
O Floresta tem ainda uma lenda urbana. Seria uma cobra de 30 metros que nasceu na lagoa do urubu e até anda pelas ruas. César Pereira, jura que é verdade e que até conseguiu escapar dela. “Eu fui tomar banho aqui na Lagoa do Urubu, que mergulhei ela se enrolou na minha perna. Eu pedi ajuda, o pessoal correu e me puxou. Ela sai da lagoa, vem aqui para o bairro… a gente quer pegá-la para poder prender e levar aos bombeiros”, conta César.
O treinador de futebol, Afonso Machado, 46 anos de Floresta tem até uma foto. Mas ele não sabe dizer se ‘essa’ é a Isaura. “Se não for ela, é a irmã, ou faz parte da família. Mas aqui temos cobras desse tamanho e até maiores”, diz ele.
A natureza ainda é o que Afonso mais gosta no bairro. Ele conheceu bem o sítio que o famoso cabo “Manel” tomava conta. “O sítio pertencia na época ao J. Macêdo. O cabo foi contratado justamente para preservar o sítio” diz ele.
Só que agora a pequena comunidade ganhou asfalto e muitos moradores.
Assuntos: Bairro Floresta, Meu Bairro na TV
Fonte: TV Verdes Mares
Ministério das Cidades considerou positivo o andamento de obras de moradia em Fortaleza
"Foram anos de luta. E, agora, com a vitória alcançada, fica a sensação de que valeu a pena. É assim que a gente do (bairro) Álvaro Weyne se sente hoje quando vê as obras de recuperação e urbanização da lagoa do Urubu iniciadas pela Habitafor
Source: Uniao (10-17-2008)
"Foram anos de luta. E, agora, com a vitória alcançada, fica a sensação de que valeu a pena. É assim que a gente do (bairro) Álvaro Weyne se sente hoje quando vê as obras de recuperação e urbanização da lagoa do Urubu iniciadas pela Habitafor (Fundação de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza)", conta o presidente da União de Moradores de Luta do Álvaro Weyne – Umlaw, Ivan Batista. As obras as quais ele se refere mais as dos projetos Vila do Mar, Maravilha e Papicu foram visitadas e monitoradas na tarde de ontem (15) por Comitiva do Ministério das Cidades e representantes da Prefeitura de Fortaleza.
"Todas essas ações executadas pela Habitafor recebem recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Já havíamos antes monitorado essas obras via análise de documentações e realização de videoconferências. Agora, estamos aqui para cumprir essa vistoria pessoalmente. E as obras da Habitafor estão todos em ritmo já antevisto", explicou a gerente de projetos do Departamento de Urbanização e Assentamentos Precários do Ministério das Cidades, Maria do Carmo Avesani.
Em Fortaleza, por meio da execução da Prefeitura, o PAC está beneficiando seis comunidades com projetos de moradia: Cocó, Maravilha, Urubu, Papicu, Campo Estrela/ São Cristóvão e Vila do Mar. A população compareceu s plenárias do Orçamento Participativo – OP, solicitou o benefício e a Habitafor está efetivando os projetos. "Todas essas ações têm recurso do PAC investido, e contam com contrapartida do município. Elas prevêem urbanização das áreas, arborização, creches, centros de Saúde, espaços de convivência, quadras esportivas e ciclovias", explica a presidente da Habitafor, Olinda Marques.
Os projetos visitados ontem contam com cerca de R$ 140 milhões do PAC
O Projeto Vila do Mar beneficiará 1.434 famílias com novas moradias já em construção. No mais, do total de 8.000 ações de Regularização Fundiária, 5.000 já foram iniciadas e outras 4.000 famílias serão beneficiadas com melhorais habitacionais. A ação conta com interveniência da Caixa Econômica Federal, através de investimento do PAC na ordem de R$ 90 milhões. O prazo para o projeto ser finalizado é de dois anos.
Com orçamento previsto em R$ 13,2 milhões do PAC, a obra do Urubu beneficiará, no bairro Álvaro Weyne, 188 famílias com novas moradias, outras 248 com melhorias habitacionais, além das 300 ações de Regularização Fundiária. A conclusão do projeto está prevista em um ano.
O projeto Integrado da Maravilha, que está beneficiando ao todo 606 famílias, já entregou as primeiras 144 moradias e o Complexo Esportivo. Já tendo iniciado a recuperação do canal do Tauape, entregará papel da casa a toda a comunidade, além das próximas 197 casas. Outras 265 serão construídas em seguida. Na obra, o PAC investe R$ 19,9 milhões e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES o referente a R$ 6 milhões.
Com o projeto da Lagoa do Papicu, 612 famílias serão beneficiadas, sendo 488 com novas moradias e 134 com melhorias habitacionais, além de 612 ações de regularização fundiária. O recurso estimado é de R$ 14 milhões e o prazo de execução é de um ano. A maior parte da verba é federal, oriunda do PAC. Após ação iniciada, a lagoa já consta de recuperação ambiental, sedimentos estão sendo removidos do fundo do manancial e o nivelamento do solo que vai abrigar o bosque está sendo efetivado.
Fonte: Ministerio das cidades
ÁREAS DE RISCO (29/2/2008)
População desconhece obras do PAC
Terra sem dono: enquanto moradores da Lagoa do Papicu aguardam a entrega de 612 casas, um novo processo de ocupação é iniciado em área proibida
MIGUEL PORTELA
MIGUEL PORTELA
29/2/2008
Moradores das Lagoas do Papicu e Urubu, Campo Estrela e São Cristóvão vivem sem estrutura adequada
Quem mora nas casas de taipa da Lagoa do Papicu, nas ruas perigosas e sujas do entorno da Lagoa do Urubu ou nas sem pavimento e sem nenhuma estrutura do Campo Estrela e São Cristóvão não ficaram sequer sabendo da visita do presidente Lula ao Bom Jardim. O presidente da República assinou, ontem, ordem de serviço de obras de moradia, urbanização e melhorias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), totalizando investimentos de R$ 54 milhões.
Descrentes em qualquer tipo de melhorias que possam chegar, inclusive habitação, os moradores dessas áreas de risco desconhecem detalhes das obras nas quais estão incluídos. Além da moradia precária, de taipa, papelão ou qualquer coisa que fique em pé, essas comunidades vivem irregularmente às margens de riachos, lagoas, canais, convivendo de perto com a sujeira, lama, animais - como cobras e ratos - e sem estruturas básica.
Na Lagoa do Papicu, por exemplo, enquanto uma parte dos moradores ouviu falar que vai receber casas, outro grupo inicia uma nova ocupação. “A gente ouviu falar que são 612 casas para o pessoal lá de baixo e algumas aqui em cima. Mas de certeza mesmo, não sabemos de nada”, disse o barman Danilo Silva.
Lá no morro, nas proximidades da Igreja Nossa Senhora de Lourdes, uma outra parte do terreno que fica no entorno da Lagoa do Papicu está em processo de ocupação. Cordões, madeiras e correntes delimitam o espaço que, segundo os moradores, é proibido. “A gente aqui não pode nem colocar os pés lá”, conta uma moradora que não quis se identificar.
Já nas margens da Lagoa do Urubu, no Álvaro Weyne, até os moradores que não vão receber casas estão satisfeitos com a chegada da urbanização. Isso porque foi uma demanda da comunidade Santo Antônio da Floresta, reivindicada no Orçamento Participativo. “Faz dez anos que essa comunidade existe, mas não temos nada. A situação aqui é muito ruim porque grande parte das casas é de taipa e não agüenta uma chuva”, explica o presidente da Associação de Moradores da Comunidade Santo Antônio da Floresta, Ednardo Bezerra.
A população do Santo Antônio da Floresta, conforme Ednardo Bezerra, está com expectativas boas porque, ao contrário de outras desocupações, ficarão num terreno próximo, enquanto a obra das casas e da urbanização não terminam.
Essa mesma satisfação não existe nas comunidades do Campo Estrela e São Cristóvão, no grande Jangurussu. Lá, parte das famílias que ocuparam a área já construíram casas de tijolo e cimento, com bem mais estrutura do que as outras. A parte mais crítica fica às margens da Lagoa das Pedras.
A líder comunitária Tereza Gomes disse que a comunidade está insatisfeita porque a Prefeita afirmou que não pagaria indenização. “Não temos certeza de nada, mas disseram que uma parte dos moradores ia receber casa no Conjunto Patativa do Assaré. Ninguém vai querer sair de suas casas construídas com muito suor para morar num cubículo”, argumenta.
Tereza reclama que a área é tão abandonada que até o aterramento das ruas quem fez foi os moradores. “Até na limpeza que vieram fazer aqui deixaram os entulhos nas portas das casas. Não dá para acreditar em nada”, finaliza.
Quem mora nas casas de taipa da Lagoa do Papicu, nas ruas perigosas e sujas do entorno da Lagoa do Urubu ou nas sem pavimento e sem nenhuma estrutura do Campo Estrela e São Cristóvão não ficaram sequer sabendo da visita do presidente Lula ao Bom Jardim. O presidente da República assinou, ontem, ordem de serviço de obras de moradia, urbanização e melhorias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), totalizando investimentos de R$ 54 milhões.
Descrentes em qualquer tipo de melhorias que possam chegar, inclusive habitação, os moradores dessas áreas de risco desconhecem detalhes das obras nas quais estão incluídos. Além da moradia precária, de taipa, papelão ou qualquer coisa que fique em pé, essas comunidades vivem irregularmente às margens de riachos, lagoas, canais, convivendo de perto com a sujeira, lama, animais - como cobras e ratos - e sem estruturas básica.
Na Lagoa do Papicu, por exemplo, enquanto uma parte dos moradores ouviu falar que vai receber casas, outro grupo inicia uma nova ocupação. “A gente ouviu falar que são 612 casas para o pessoal lá de baixo e algumas aqui em cima. Mas de certeza mesmo, não sabemos de nada”, disse o barman Danilo Silva.
Lá no morro, nas proximidades da Igreja Nossa Senhora de Lourdes, uma outra parte do terreno que fica no entorno da Lagoa do Papicu está em processo de ocupação. Cordões, madeiras e correntes delimitam o espaço que, segundo os moradores, é proibido. “A gente aqui não pode nem colocar os pés lá”, conta uma moradora que não quis se identificar.
Já nas margens da Lagoa do Urubu, no Álvaro Weyne, até os moradores que não vão receber casas estão satisfeitos com a chegada da urbanização. Isso porque foi uma demanda da comunidade Santo Antônio da Floresta, reivindicada no Orçamento Participativo. “Faz dez anos que essa comunidade existe, mas não temos nada. A situação aqui é muito ruim porque grande parte das casas é de taipa e não agüenta uma chuva”, explica o presidente da Associação de Moradores da Comunidade Santo Antônio da Floresta, Ednardo Bezerra.
A população do Santo Antônio da Floresta, conforme Ednardo Bezerra, está com expectativas boas porque, ao contrário de outras desocupações, ficarão num terreno próximo, enquanto a obra das casas e da urbanização não terminam.
Essa mesma satisfação não existe nas comunidades do Campo Estrela e São Cristóvão, no grande Jangurussu. Lá, parte das famílias que ocuparam a área já construíram casas de tijolo e cimento, com bem mais estrutura do que as outras. A parte mais crítica fica às margens da Lagoa das Pedras.
A líder comunitária Tereza Gomes disse que a comunidade está insatisfeita porque a Prefeita afirmou que não pagaria indenização. “Não temos certeza de nada, mas disseram que uma parte dos moradores ia receber casa no Conjunto Patativa do Assaré. Ninguém vai querer sair de suas casas construídas com muito suor para morar num cubículo”, argumenta.
Tereza reclama que a área é tão abandonada que até o aterramento das ruas quem fez foi os moradores. “Até na limpeza que vieram fazer aqui deixaram os entulhos nas portas das casas. Não dá para acreditar em nada”, finaliza.
Paola Vasconcelos
Repórter
ENQUETE
Famílias não acreditam em projetos de moradia
Repórter
ENQUETE
Famílias não acreditam em projetos de moradia
Fonte: Diario do Nordeste
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